No relógio, a hora caminha sem pressa, A espera é longa, a hora demora. A cada instante, a hora persiste, Na janela, o ponteiro marca a hora. A hora avança devagar, sem pausa, No vagar do tempo, a hora passa. Na mente, ecoa o tic-tac da hora, A espera se prolonga, a hora arrasta. Na estação, o relógio conta a hora, E o silêncio é preenchido pela hora. Na espera ansiosa, a hora insiste, O ponteiro se move, a hora demora.